Oi. Meu nome é Eduardo, e sou casado a 4 anos com minha companheira Mônica. Quando nos conhecemos numa noite fervorosa na Lapa, não imaginávamos que tínhamos tanto em comum: Estava eu com uns amigos super gente fina, todos em casal e eu sozinho, quando vi a Mônica de longe encostada na parede dos famosíssimos arcos da lapa tomando uma cerveja LONG NECK no gargalo. Me apaixonei por aquele jeito diferente, e pedi a uma amiga minha para que mandasse um bilhetinho perfumado para ela. Desse dia em diante, me apaixonei pela única mulher da minha vida.
Oi meu nome é Mônica, estava meio perdida na lapa quando recebi aquele bilhete perfumado do Edu. O povo do Rio é bem diferente dos daqui (SP). Não resisti àquele docinho de homem. Não sei o que aconteceu comigo. Aquela delicadeza tomou conta do meu coração e estou feliz até hoje.
Eduardo: Namoramos por 6 semanas e decidimos nos casar. Foi um casamento lindo. Não sei por que, mas logo decidimos nos casar num lugar que misturava o ritmo das boates do rio com o charme das Pub’s de São Paulo. E foi um sucesso. Várias amigas minhas e caminhoneiros amigos da Mônica vieram participar da nossa grande noite. Foi fabuloso!
Mônica: Quando meus amigos me falaram que sairiam numa carreata de Iconha no estado do Espírito Santo, onde acontece uma das maiores festas de caminhoneiros de todo país, em direção ao meu casamento onde eu e meu docinho de coco trocaríamos aliança, não agüentei, tive que tomar uma garrafa de cachaça “Flor do Brasil” para conter a emoção. Claro que o Edu que cuidava muito de mim, dizia que era pra eu substituir a cachaça pela – segundo ele – fabulosa vodka Absolut. Mas não sei, meu instinto quis a cachaça Flor do Brasil.
Eduardo: Nossa festa foi um verdadeiro estrondo, Bombou! Não havia nenhum jornal da cidade ou revista de fofoca que não tenha divulgado nossa junção. Mônica estava com um vestido lindo que eu mesmo escolhi. Branco, com um véu fabuloso. Era a noiva mais linda que eu já vi.
Mônica: Nossa festa foi um verdadeiro estrondo, Bombou! Não havia nenhum jornal da cidade ou revista de fofoca que não tenha divulgado nossa junção. Eduardo estava com um terno maravilhoso, eu mesma escolhi. Nunca vi um noivo tão elegante.
Eduardo: Mas eu escondia um segredo.
Mônica: Eu tinha um grande segredo.
Oi meu nome é Mônica, estava meio perdida na lapa quando recebi aquele bilhete perfumado do Edu. O povo do Rio é bem diferente dos daqui (SP). Não resisti àquele docinho de homem. Não sei o que aconteceu comigo. Aquela delicadeza tomou conta do meu coração e estou feliz até hoje.
Eduardo: Namoramos por 6 semanas e decidimos nos casar. Foi um casamento lindo. Não sei por que, mas logo decidimos nos casar num lugar que misturava o ritmo das boates do rio com o charme das Pub’s de São Paulo. E foi um sucesso. Várias amigas minhas e caminhoneiros amigos da Mônica vieram participar da nossa grande noite. Foi fabuloso!Mônica: Quando meus amigos me falaram que sairiam numa carreata de Iconha no estado do Espírito Santo, onde acontece uma das maiores festas de caminhoneiros de todo país, em direção ao meu casamento onde eu e meu docinho de coco trocaríamos aliança, não agüentei, tive que tomar uma garrafa de cachaça “Flor do Brasil” para conter a emoção. Claro que o Edu que cuidava muito de mim, dizia que era pra eu substituir a cachaça pela – segundo ele – fabulosa vodka Absolut. Mas não sei, meu instinto quis a cachaça Flor do Brasil.
Eduardo: Nossa festa foi um verdadeiro estrondo, Bombou! Não havia nenhum jornal da cidade ou revista de fofoca que não tenha divulgado nossa junção. Mônica estava com um vestido lindo que eu mesmo escolhi. Branco, com um véu fabuloso. Era a noiva mais linda que eu já vi.
Mônica: Nossa festa foi um verdadeiro estrondo, Bombou! Não havia nenhum jornal da cidade ou revista de fofoca que não tenha divulgado nossa junção. Eduardo estava com um terno maravilhoso, eu mesma escolhi. Nunca vi um noivo tão elegante.
Eduardo: Mas eu escondia um segredo.
Mônica: Eu tinha um grande segredo.
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