quarta-feira, 30 de junho de 2010

Pro dia nascer feliz!




E nesse mês o astro da revista "NOVA" é o EX BBB Cadu. O cara apareceu só de toalha, bem pouquinha assim sabe? Deixando aquele corpão todo de fora, e disse o seguinte:

"Quando tenho vontade de transar, não consigo esperar entrar em casa. Já fiz sexo com o carro em movimento".


Daí eu fico aqui chupando meu dedo e me perguntando quem é a sortuda que teve essa aventura com o meu Caduzinho. Muita gente sabe que antes de entrar na casa ele posou pra uma revista gay, glamourizando com a bandeira GLS né? Então, ele é meu divo bem antes de muita baranga conhece-lo OK? Bjus

Cadu Glamourizando com bandeira GLS:


feliz dia dos caminhoneiros(as)!


Hoje dia 30 de junho é um dia muito importante para todos os Brasileiros. é o dia dos nossos queridos amigos caminhoneiros. Eu particularmente adoro esses profissionais que arrasam nas estradas brasileiras, ouvindo sertanejo e fazendo amor com todo tipo de mulher existente nas estradas.

Eu tenho um carinho muito especial por eles, até porque minha amiga Robertão e a sua companheira Deize são caminhoneiras à 10 anos. Elas se conheceram na estrada enquanto Deise trocava o pneu do caminhão e Robertão foi ajudá-la. Foi amor a primeira vista, consumado ali, na boléia do caminhão da Deise que estava transportando tijolos para o nordeste.

A historia das duas é tão linda que inspirou a série do Pedro e Bino da TV globo. E no pará-choque do caminhão delas esta escrita: Fui eu quem comi e bebi a Madonna.”


Se você tem um caminhão e ainda não tem uma frase linda como do pára-choque da Deize e Robertão, aqui vão umas dicas

Para os que acham que sabe conquistar uma mulher:

“20 Buscar 100 demora 60 aqui e vamos embora”

“80ção 20buscar 100você, não sei viver!”

“Aqui é como o World Trade Center, só entra avião!”

Para os grosseirões e realistas da BR:

“Adoro as brasileiras, mas prefiro mesmo as thecas.”

“Adoro as rosas, mas prefiro as trepadeiras.”

“Como estou dirigindo? Mal? Foda-se, o caminhão é meu!”

Para os que passam fome para compensar a entrega da carga:

“Antes dava um boi para não entrar numa briga, hoje brigo por um bife!”

“Cada ovo comido é um pinto perdido.”

Para os gaúchos pintosos:

Aonde vamos parar? Até Papai-Noel anda saindo com veados.”

“À noite todos os gatos são pardos.”

“A vida tem a cor que tu pintas.”

Para os canalhas da boléia:

Casamento não é bom e isto é fato verdadeiro, pois o diabo não se casou e Jesus morreu solteiro.”

“Casar é trocar a admiração de várias mulheres, pela crítica de uma só!”

“Macho que é macho não chupa mel, masca abelha.”

Para os que gostam de se auto-rebaixar:

Dinheiro de pobre parece sabão; quando pega, escorrega da mão.”

“Em terra de cego quem tem um olho é caolho.”

“Filho de rico é Playboy, de pobre é office-boy.”

Para os que insistem nas mulheres alheias:

“Mulher bonita e dinheiro só vejo na mão dos outros.”

“Mulher de amigo meu é igual árvore, só dá galho.”

“Mulher desquitada e cana de engenho só deixam bagaço.”

Enfim, agora escolha a sua frase, coloque no seu pára-choque e veja o resultado.

E viva o DIA DO CAMINHONEIRO E DAS CAMINHONEIRAS DESSE BRASIL \o/


terça-feira, 29 de junho de 2010

Kaká e Nilmar ♥


Tá, o único motivo para eu ver os jogos da copa está aí em cima! Pra Mônica é diferente: ela xinga, grita, pede anulação de gol, é uma coisa doida. Mas eu quero mesmo é ver os jogadores! Quem segue a gente no Twitter sabe que ontem aqui em casa nós nos reunimos aqui em casa com uns amigos caminhoneiros da Mônica e umas amigas travas da minha pessoa para ver o jogo do Brasil. Eu acho uma #poutafaltadesacanagem do dunga só colocar a delicinha do Nilmar quando o jogo já está acabando. Desse jeito ele quase não aparece naqueles lances maravilhosos que pega as partes mais deliciosas dos jogadores que muitas vezes passam despercebidos, mas que a gente consegue acompanhar na super-câmera. Então, Dunga, não precisa me da bom-dia e nem me oferecer sorvete, é só colocar o Kaká e o Nilmar bem juntinhos pra que a galera possa se deliciar com belíssimas imagens assim ó. Dos dois, Juntinhos:

Orgulho Gay! (R)


Uma pesquisa da UnB (Universidade de Brasília) concluiu que o preconceito e a intolerância religiosa fazem parte da lição de casa de milhares de crianças e jovens do ensino fundamental brasileiro. Produzido com base na análise dos 25 livros de ensino religioso mais usados pelas escolas públicas do país, o estudo foi apresentado no livro “Laicidade: O Ensino Religioso no Brasil”, lançado na última terça-feira (22) em Brasília.

- É impressionante como as pessoas conseguem ser tão intolerantes neste assunto tão delicado, falar de homossexualidade para eles parece ser como falar de futebol, na escolha de uma roupa ou algo simples. Mais impressionante ainda é tratar o homossexualismo como uma doença ou algo parecido. Daí me pergunto, onde está a educação de hoje em dia?! Que eles tanto falam que é fundamental o respeito na vida do ser humano. Mas na verdade nós não somos respeitados né querida? Vivemos sendo chamados de “viadinhos, viadinhos” (Betina Botox). De sapatão e tudo mais.

“O estímulo à homofobia e a imposição de uma espécie de ‘catecismo cristão’ em sala de aula são uma constante nas publicações”, afirma a antropóloga e professora do departamento de serviço social, Débora Diniz, uma das autoras do trabalho.

- Estimular as crianças na sala de aula, a praticar ataques homofóbicos isto está correto?Claro que não mulher! Onde estão àqueles segmentos onde se devem respeitar as pessoas acima de qualquer diferença? Onde estão as filosofias que somos todos iguais perante a Deus? E o mais engraçado é falar que somos todos irmãos. Irmãos! Só no blog da Cleycianne né? Aquela crente que já pegou mais homens do nós todos juntos!

O estudo aponta que a discriminação também faz parte da tarefa. Principalmente contra homossexuais. “Desvio moral”, “doença física ou psicológica”, “conflitos profundos” e “o homossexualismo não se revela natural” são algumas das expressões usadas para se referir aos homens e mulheres que se relacionam com pessoas do mesmo sexo. Um exercício com a bandeira das cores do arco-íris acaba com a seguinte questão: “Se isso (o homossexualismo) se tornasse regra, como a humanidade iria se perpetuar?”.

- A descriminação de hoje em dia infelizmente vem da criação que a pessoa recebe. Não se generaliza em tudo, mas na maioria dos casos os pais são quem ensinam seus filhos a praticarem tais atos. E aí, quando os pais vão se dar conta, aquele filho bombado que chuta todo mundo e chama de viadinho é a maior passiva da face da terra. Nós vamos muito a boates e casas de massagens meu amor, já vimos de tudo nessa vida! Falar que homossexuais não tem moral para pronunciar nada, que é uma doença ou que ela sofre de conflitos com sua personalidade é muito fácil. Eu conheço homossexuais que são muito mais dignos de caráter do que muitas pessoas “normais” como eles se relacionam a si mesmos.Um fortíssimo exemplo disso somos nós. (super ego mode on kkkk) E cabe a cada um tomar sua própria decisão para o que deseja ser, lembrando que qualquer que seja a decisão do mesmo RESPEITO é fundamental.

Enfim gente ta ai! Pedofilia é crime e quem pratica, seja na escola ou na igreja, vai arder no mármore do inferno, e sendo passiva pro resto da eternidade. Viva o dia do orgulho gay!


ps: POST ATRASADO, POIS SÓ DEU PARA POSTAR AGORA!

Link da reportagem

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Continuação de como tudo começou:

Eduardo: Sem o conhecimento de Mônica, todas as quartas-feiras diziam a ela que iria trabalhar até mais tarde na campanha da nova propaganda da D&G. Como ela sempre confiou em mim, falava que não haveria problema. O que ela não sabia é que eu ia à uma casa de swing, e que aquela minha amiga que levou o bilhete até ela na lapa, era um travesti. Eu ia à casa de swing e na troca de casais, sempre pegava os homens.

Mônica: O Eduardo não sabia, mas durante os trabalhos dele na campanha da D&G, eu ia com uma amiga que fez cirurgia de mudança de sexo para virar homem. Numa quarta-feira, a casa de swing que costumávamos ir estava fechada. Foi quando Robertão, minha amiga, sugeriu que fossemos a uma casa de swing que fica em Copacabana. Fomos numa boa. A única preocupação era chegar em casa antes de Eduardo chegar do trabalho.

Eduardo: Quando chegamos lá, encontrei um cara com uma pele muito macia e logo me interessei por ele. Ele estava de frente pra mim. Estava acompanhado.

Mônica: Estava atrás de Robertão quanto vi uma mulher alta, bem vestida e de pernas malhadas. Parecia-me familiar. Logo me interessei por ela. Vi que ela estava acompanhada, mas não vi seu rosto por causa da luz ambiente.

Eduardo: Decidi ir lá falar com ele.

Mônica: Decidir ir falar com ela.

Eduardo: Quando cheguei perto para sugerir a troca não acreditei no que meus olhos viram.

Mônica: Quando me aproximei não pude acreditar!

Eduardo: A companheira do cara que eu estava a fim, era Mônica!

Mônica: O companheiro da mulher que eu iria xavecar era Eduardo!

Eduardo: Não sabia onde enfiar a cara.

Mônica: Não sabia o que fazer.

Eduardo: Logo virei para Mônica e disse: - Não é o que você esta pensando meu amor! Eu não estou com essa mulher. Na verdade, lembra-se dela? É a que lhe entregou meu bilhete aquele dia que nos conhecemos na Lapa. Ela é um travesti e eu...

Mônica: - Meu bem, essa daqui, quer dizer, esse daqui é a, ou melhor, o Robertão. Uma amiga que, bem, como diria Cleycianne: “Uma lésbica masculina” e eu...

Eduardo Pêra ai, então ele, ela, não é homem de verdade? Me interessei pela pessoa errada?

Mônica; Quer dizer então que esse mulherão é um travesti? Poxa vida! Pêra ai, você é gay?

Eduardo: Sou sim. Pêra ai?! Você é lésbica?

Eduardo e Mônica: Daquele dia em diante, percebemos que temos muita coisa em comum.
O mais legal disso tudo, é que além de termos nova experiência, tem uma coisa que é certa:

Eduardo: Mônica é a única mulher da minha vida, e minha melhor amiga.

Mônica: Eduardo é mais do que um simples companheiro. É o homem da minha vida. O único. E acredite nisso!

Eduardo: Tivemos uma noite fabulosa. Contamos um ao outro como nos descobrimos e decidimos então irmos para casa. A noitada na casa de swing ia ficar para outro dia. E dessa vez, iríamos juntos! Assim começou a nossa história

domingo, 27 de junho de 2010

Como tudo começou:

Oi. Meu nome é Eduardo, e sou casado a 4 anos com minha companheira Mônica. Quando nos conhecemos numa noite fervorosa na Lapa, não imaginávamos que tínhamos tanto em comum: Estava eu com uns amigos super gente fina, todos em casal e eu sozinho, quando vi a Mônica de longe encostada na parede dos famosíssimos arcos da lapa tomando uma cerveja LONG NECK no gargalo. Me apaixonei por aquele jeito diferente, e pedi a uma amiga minha para que mandasse um bilhetinho perfumado para ela. Desse dia em diante, me apaixonei pela única mulher da minha vida.

Oi meu nome é Mônica, estava meio perdida na lapa quando recebi aquele bilhete perfumado do Edu. O povo do Rio é bem diferente dos daqui (SP). Não resisti àquele docinho de homem. Não sei o que aconteceu comigo. Aquela delicadeza tomou conta do meu coração e estou feliz até hoje.

Eduardo: Namoramos por 6 semanas e decidimos nos casar. Foi um casamento lindo. Não sei por que, mas logo decidimos nos casar num lugar que misturava o ritmo das boates do rio com o charme das Pub’s de São Paulo. E foi um sucesso. Várias amigas minhas e caminhoneiros amigos da Mônica vieram participar da nossa grande noite. Foi fabuloso!

Mônica: Quando meus amigos me falaram que sairiam numa carreata de Iconha no estado do Espírito Santo, onde acontece uma das maiores festas de caminhoneiros de todo país, em direção ao meu casamento onde eu e meu docinho de coco trocaríamos aliança, não agüentei, tive que tomar uma garrafa de cachaça “Flor do Brasil” para conter a emoção. Claro que o Edu que cuidava muito de mim, dizia que era pra eu substituir a cachaça pela – segundo ele – fabulosa vodka Absolut. Mas não sei, meu instinto quis a cachaça Flor do Brasil.

Eduardo: Nossa festa foi um verdadeiro estrondo, Bombou! Não havia nenhum jornal da cidade ou revista de fofoca que não tenha divulgado nossa junção. Mônica estava com um vestido lindo que eu mesmo escolhi. Branco, com um véu fabuloso. Era a noiva mais linda que eu já vi.

Mônica: Nossa festa foi um verdadeiro estrondo, Bombou! Não havia nenhum jornal da cidade ou revista de fofoca que não tenha divulgado nossa junção. Eduardo estava com um terno maravilhoso, eu mesma escolhi. Nunca vi um noivo tão elegante.

Eduardo: Mas eu escondia um segredo.

Mônica: Eu tinha um grande segredo.

Apresentação








Meu nome é Mônica, sou uma pessoa que procura ser digna nas minhas decisões, tenho uma personalidade forte, tenho um mistério que me ronda e isso as vezes atormenta quem eu sou. Sou casada com o Edu, que por sinal é um ótimo marido. Somos um casal diferente, não somos somente um casal como tantos outros, nos damos muito bem, somos melhores amigos com ele me sinto segura para tudo.












Eduardo: Olá. Me chamo Eduardo, sou publicitário e moro no Rio desde que nasci. Tenho uma relação muito bacana com minha companheira Mônica. Na realidade não somos um casal comum. O por quê vocês só iram descobrir mais tarde!